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GradeUP entrevista Leonardo Mottin, ex-aluno de Loughborough

Leonardo Mottin, 24 anos, fez a sua graduação no Reino Unido, na área de Transportes. A universidade escolhida foi Loughborough, por conta da riqueza cultural da Europa e a possibilidade da prática esportiva. Durante a entrevista, ele falou sobre a experiência de estudar no exterior, dos desafios do retorno ao Brasil e da possibilidade de uma especialização. Na foto, ele é o terceiro agachado da esquerda para a direita.

Qual foi a sua motivação para fazer a graduação no exterior?

Eu fui alfabetizado em inglês na Escola Internacional de Curitiba. Desde pequeno, o fato de poder pensar em duas línguas já me incentivava a sair. Estudei lá por muito tempo e foi um passo até optar pela graduação na Loughborough University. As condições de estudo na Inglaterra são realmente bem vantajosas e na Europa há muita cultura para se ver, portanto, a formação pessoal é enorme e o estilo de abordar a educação é bastante prático. A universidade quer que você aprenda a encontrar o seu potencial e tirar o máximo proveito disso. Você pensa por si próprio e, no final das contas, é o que faz diferença no mercado de trabalho.

Como foi a experiência em Loughborough? E porque escolheu a Inglaterra?
Eu tinha a oportunidade de escolher entre o Canadá ou a Inglaterra para estudar. Como a minha família sempre me apoiou em minhas escolhas e sabia que eu gostava muito de esportes, decidi pela Europa e isso foi muito bom para mim, já que Loughborough é um dos melhores lugares para aliar os estudos com a prática esportiva. Minha área de formação foi transportes e durante os três anos de estudos, aprendi muita coisa e fiz muitos amigos. Lá eu jogava futebol e vôlei pela faculdade e a experiência foi gratificante. Você constrói um amor pelo esporte, pelos estudos, e isso é algo que te impulsiona a enfrentar os desafios da carreira. Foi ótimo.

Como foi o seu retorno ao Brasil?
Retornar ao seu país é sempre bom, mas é um desafio. Muitas vezes o mercado de trabalho não está preparado para absorver os conhecimentos que você traz de fora, mas não é nada para se preocupar. A bagagem de vida conta muito por aqui e as pessoas sabem reconhecer um bom diploma. Decidi voltar porque já tinha algo engatilhado no Brasil com os negócios da família, o que tornou o retorno menos traumático, a não ser pelos amigos que tive que deixar para trás.

Você pensa em voltar a viajar para fazer especialização?
Eu me formei em 2010 e sim, penso em voltar. Mas não tenho nada definido ainda. Por enquanto, me contento com as viagens que faço para visitar os amigos e matar a saudade.

5.set.2013
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